É, era uma guerra. (foi a analogia mais próxima que eu consegui) (minto, não foi a mais próxima, mas foi a primeira que me passou pela cabeça. e eu gostei dela.). Uma guerra não como as atuais, onde é só tacar uma bomba e acabou. Era uma guerra daquelas antigas, onde só tinham as armas e as machadinhas e os guerreiros. (para visualizar melhor, dá pra lembrar um pouco o estilo "O Patriota", mas sem fazer nenhuma ligação entre a história do filme e o que eu to falando).
Você vai pra guerra. Você tem os seus ideais, os seus sentimentos e as suas próprias idéias. Você entra na guerra sem saber o que te espera, sem saber se você vai sair vitorioso ou se vai morrer no meio do caminho, sem saber como estaão os seus ideais e sentimentos e idéias no fim, sem saber o quanto as coisas teão mudado pra você.
E você começa a lutar. E essa luta você já teve várias vezes, mas sempre em lugares diferentes, com companheiros de luta diferentes. Você começa lutando bem, tudo indo certo até você levar o seu primeiro tiro. Você fica um pouco machucado, um pouco desnorteado. Mas você já se machucou assim antes e sabe bem que não tem nada que não seja curável. O seu companheiro de guerra te fala pra não desistir, te incentiva a continuar lutando.
Então, mais uma vez na sua vida, você se levanta, sacode a poeira, que fica pairando no ar, e volta a lutar. O tiro anterior ainda dói, mas você tenta não se importar, você sabe que pode superar isso. E você volta lutando bem, até melhor do que antes, até que te acertam uma machadinha e você cai no chão. Você não se machucou de forma irremediável, você vai sobreviver, afinal de contas você sempre sobrevive nessa luta. Mas você fica um tempo deitado, pensando em como estão os seus sentimentos e ideais e idéias e vê que nada disso foi alterado pela guerra e então você pensa na dor. O seu companheiro de guerra até te incentiva a voltar a lutar. Mas você se sente cansado, sem saber se continua lutando ou se desiste, pois você sabe que é capaz de voltar, você só não sabe se está realmente disposto a isso.
E você permanece ali, deitado, olhando para o céu azul sem se importar toda a fumaça e poeira que estão ao seu redor, apesar da dor e dos machucados você sabe que aquilo vai passar e agora você só consegue se deliciar com aquela sensação de ter feito quase tudo o que você pôde e de toda a sua essência ter se mantido a mesma. Você só fica refletindo, com a sua vida inteira se passando na sua cabeça. E você vai se levantando aos poucos e sacudindo lentamente mais uma vez a poeira, que vai ficar no ar junto com a anterior, para voltar a luta. Agora, depois de tanta coisa, você não consegue mais desistir assim de lutar.
E foi-se embora, mais uma vez, como havia de ser.
domingo, 6 de dezembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
Beleza Americana - filme
" Nunca é tarde para começar. "
" Vendemos a alma ao diabo porque é mais conveniente."
" É bom quando descobrimos que podemos surpreender a nós mesmos. Faz pensar no que mais podemos fazer que havíamos esquecido.
" Não subestime o poder da negação. "
" - Você é um doente.
- Não. Sou apenas um cara comum que não tem nada a perder. "
" Foi num desses dias, quando está prestes a nevar e há uma eletricidade no ar, você quase pode ouvir. [...] Foi quando entendi que havia essa vida toda por trás das coisas e essa incrível força benevolente que diz não haver razão para ter medo nunca. "
" Tivemos muita sorte de nos encontrar. "
" É uma sensação estranha. Parece que estive em coma por 20 anos e só agora estou acordando. "
" Porque nada na vida é pior do que ser comum. "
[para minha gracinha..]
" - Ele é uma aberração.
- Então eu também sou! Seremos sempre aberrações, diferentes dos outros. "
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Amores impossíveis
Tive uma longa conversa sobre isso hoje. Amores impossíveis.. Sabe, isso é uma idéia que me dói muito. Não precisa acontecer comigo ou com alguém próximo pra doer, dói em qualquer circunstancia. É claro que se for com você ou com alguém próximo vai chamar mais a sua atenção e tudo o mais. Mas sempre é uma coisa tensa e que deixa as pessoas um pouco tristes.
Uma das causas mais recorrentes de amores impossíveis é a distância. Olha que coisa tensa: Você gosta da outra pessoa, gosta demais. Só que ela mora longe pra caramba. E você sabe que vocês não vão poder se ver com a frequencia que você gostaria. E você também sabe que a pessoa nem sempre vai estar ali pra você. E certamente você vai se sentir carente em todos os sentidos, vai desejar por inúmeras vezes que a pessoa estivesse ali com você, só que ela simplesmente não pode ainda que deseje o mesmo. E você sabe que dói na outra pessoa também. E que reclamar não adianta nada, só piora as coisas. Não que isso seja caracterizado como um amor impossível, mas convenhamos que isso é no minimo um amor um tanto complicado. E o que você faz quando a carência bate a sua porta de uma forma incessante e você tem um milhão de outras pessoas que estão super aí pra você? Em determinado momento você começa a se questionar o quanto isso realmente valea pena. Se o esforço vale a pena. E se a outra pessoa está também sendo fiel como ela diz que está. Tenso. Coisas assim são muito dificeis de darem certo, principalmente se essa situação tiver que durar por muito tempo. E olha que quem ta próximo sempre avisa de todos esses fatotres e das previsões que é possível fazer de relacionamentos à distancia. Mas e quem é que escuta quando se trata de sentimento? Complicado.
Me dói muito ter essa imagem de duas pessoas que se gostam e que por uma série de fatores não podem ficar juntas. Ou então que podem ficar juntas mas de uma forma um tanto complicada, como por exemplo no caso da distancia. E tem tanta gente que passa por isso o tempo todo. Triste, né?
Enfim. Boa sorte.
Uma das causas mais recorrentes de amores impossíveis é a distância. Olha que coisa tensa: Você gosta da outra pessoa, gosta demais. Só que ela mora longe pra caramba. E você sabe que vocês não vão poder se ver com a frequencia que você gostaria. E você também sabe que a pessoa nem sempre vai estar ali pra você. E certamente você vai se sentir carente em todos os sentidos, vai desejar por inúmeras vezes que a pessoa estivesse ali com você, só que ela simplesmente não pode ainda que deseje o mesmo. E você sabe que dói na outra pessoa também. E que reclamar não adianta nada, só piora as coisas. Não que isso seja caracterizado como um amor impossível, mas convenhamos que isso é no minimo um amor um tanto complicado. E o que você faz quando a carência bate a sua porta de uma forma incessante e você tem um milhão de outras pessoas que estão super aí pra você? Em determinado momento você começa a se questionar o quanto isso realmente valea pena. Se o esforço vale a pena. E se a outra pessoa está também sendo fiel como ela diz que está. Tenso. Coisas assim são muito dificeis de darem certo, principalmente se essa situação tiver que durar por muito tempo. E olha que quem ta próximo sempre avisa de todos esses fatotres e das previsões que é possível fazer de relacionamentos à distancia. Mas e quem é que escuta quando se trata de sentimento? Complicado.
Me dói muito ter essa imagem de duas pessoas que se gostam e que por uma série de fatores não podem ficar juntas. Ou então que podem ficar juntas mas de uma forma um tanto complicada, como por exemplo no caso da distancia. E tem tanta gente que passa por isso o tempo todo. Triste, né?
Enfim. Boa sorte.
ps:
nossa, vocês perceberam como eu venho escrevendo com uma constancia muito maior de um tempo pra cá?
Médico do dia
Hoje fomos a um médico que cuida do fígado. Não foi uma tarde perdida. Ele disse duas coisas interessantes, tive uma crise por causa da tpm e tive várias reflexões. Aqui só vou falar das duas coisas interessantes que ele disse.
Primeira: Existem algumas famílias que possuem uma espécie de mutação no cromossomo oito que faz com que, devido à genética de descendencia dessas famílias, algumas pessoas possuam "naturalmente" gordura no fígado e que isso faz com que estas pessoas sejam mais propensas a desenvolver diabetes.
Segunda: Pra ele, existem basicamente dois tipos de casamento. O primeiro é o tipo casamento-jogadores-de-tênis e o segundo é o casamento-jogadores-de-fresbal. (não sei se fresbal escreve assim, mas é aquele jogo com as raquetes e a bolinha que se joga na praia).
No primeiro casamento, o dos jogadores de tênis, a intenção do jogo de tênis é você jogar a bola pro campo do outro e fazer com que ele não acerte. Ou seja, nesse tipo de casamento você fica feliz quando o outro erra, quando você fica por cima na situação. Achei estranho.
No segundo casamento, o dos jogadores de fresbal, a intenção do fresbal é você jogar a bola pro outro, mas os dois não deixarem a bola cair. Ou seja, nesse tipo de casamento você fica feliz com a felicidade do outro, quando o outro acerta. Não é que você fique feliz quando o outro está numa situação melhor do que a sua. Mas sim que você fica feliz quando o outro se dá bem, quando o outro acerta. (acho que to repetitiva).
Será que os casamentos se dividem basicamente nesses dois tipos mesmo? Sei lá, acho estranho você ser casado com uma pessoa a qual você fica feliz quando ela erra, com a infelicidade dela ou coisa do tipo. Não era pra ser assim. Pelo menos não nos contos de fadas. Mas os contos de fadas não xistem mesmo, né? Eles nunca existiram. E me desculpa se eu to quebrando aquela sua visão bonitinha da vida e do amor, mas é que desde muito tempo eu venho desacreditando daquele "amor pra vida toda" e do "felizes para sempre". Isso é muito bonito quando se fala, é muito poético, mas quantas vezes isso acontece de fato na realidade? Bom, se um dia você conseguir um amor desses, você me conta. E ainda assim acho que vou preferir não acreditar. Porque se não vou ter esperanças de que um dia eu também tenha um amor desses. E se esse amor nunca chegar pra mim, vou me decepcionar. E, nesse exato momento, eu to cansada de me decepcionar. Não é nada pessoal com nenhuma pessoa nem com nenhuma situação. Nem com nenhuma desilusão. (quantas pessoas será que eu já decepcionei? :/). Enfim. Queria viver de poesia. Mas já que não dá, o que resta é viver do jeito que dá.
E eu que ia falar só das coisas que o médico falou, acabei falando também da crise e de parte das reflexões. Vou ficando por aqui, então, antes que eu não consiga mais parar de falar. haha.
:)
Primeira: Existem algumas famílias que possuem uma espécie de mutação no cromossomo oito que faz com que, devido à genética de descendencia dessas famílias, algumas pessoas possuam "naturalmente" gordura no fígado e que isso faz com que estas pessoas sejam mais propensas a desenvolver diabetes.
Segunda: Pra ele, existem basicamente dois tipos de casamento. O primeiro é o tipo casamento-jogadores-de-tênis e o segundo é o casamento-jogadores-de-fresbal. (não sei se fresbal escreve assim, mas é aquele jogo com as raquetes e a bolinha que se joga na praia).
No primeiro casamento, o dos jogadores de tênis, a intenção do jogo de tênis é você jogar a bola pro campo do outro e fazer com que ele não acerte. Ou seja, nesse tipo de casamento você fica feliz quando o outro erra, quando você fica por cima na situação. Achei estranho.
No segundo casamento, o dos jogadores de fresbal, a intenção do fresbal é você jogar a bola pro outro, mas os dois não deixarem a bola cair. Ou seja, nesse tipo de casamento você fica feliz com a felicidade do outro, quando o outro acerta. Não é que você fique feliz quando o outro está numa situação melhor do que a sua. Mas sim que você fica feliz quando o outro se dá bem, quando o outro acerta. (acho que to repetitiva).
Será que os casamentos se dividem basicamente nesses dois tipos mesmo? Sei lá, acho estranho você ser casado com uma pessoa a qual você fica feliz quando ela erra, com a infelicidade dela ou coisa do tipo. Não era pra ser assim. Pelo menos não nos contos de fadas. Mas os contos de fadas não xistem mesmo, né? Eles nunca existiram. E me desculpa se eu to quebrando aquela sua visão bonitinha da vida e do amor, mas é que desde muito tempo eu venho desacreditando daquele "amor pra vida toda" e do "felizes para sempre". Isso é muito bonito quando se fala, é muito poético, mas quantas vezes isso acontece de fato na realidade? Bom, se um dia você conseguir um amor desses, você me conta. E ainda assim acho que vou preferir não acreditar. Porque se não vou ter esperanças de que um dia eu também tenha um amor desses. E se esse amor nunca chegar pra mim, vou me decepcionar. E, nesse exato momento, eu to cansada de me decepcionar. Não é nada pessoal com nenhuma pessoa nem com nenhuma situação. Nem com nenhuma desilusão. (quantas pessoas será que eu já decepcionei? :/). Enfim. Queria viver de poesia. Mas já que não dá, o que resta é viver do jeito que dá.
E eu que ia falar só das coisas que o médico falou, acabei falando também da crise e de parte das reflexões. Vou ficando por aqui, então, antes que eu não consiga mais parar de falar. haha.
:)
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Relacionamentos
Odeio relacionamentos! Todos eles!
Todo e qualquer tipo de relacionamento é muito complicado. Seja de amizade, de relações familiares ou do que quer que seja. Todos eles são complicados.
Você cria expectativas, espera coisas das pessoas e acaba sempre se decepcionando. E você decepciona os outros também. E você nunca sabe o que se passa na cabeça das outras pessoas e, por mais que morra de vontade de descobrir, nunca vai ter coragem de chegar e perguntar. E se você tem intimidade o suficiente pra perguntar o que se passa na cabeça das outras pessoas então acaba que você já sabe naturalmente e não precisa mais perguntar.
Aí você não sabe o que se passa com as outras pessoas, e você fica se questionando e pensando e refletindo e passando por uma angustia e uma ansiedade que no final das contas você vai acabar descobrindo que todos esses sentimentos e pensamentos eram em vão, que não era nada demais. Isso acontece pelo menos com as pessoas que pensam demais com relação a tudo, como eu. Sabe aquela coisa de tentar abranger o máximo de possibilidades possíveis para os possíveis desenvolvimentos das histórias? Faço isso o tempo todo. Com tudo na minha vida.
Que droga! Tudo gira em torno de relacionamentos. Sem as outras pessoas a gente acabaria enlouquecendo. Não teria com quem conversar, não teria alguem pra te criar (se já é dificil ter alguem pra te ciar com os relacionamentos, imagina só sem eles.), não teria tanta vida pra se viver. Que droga! Agora me vejo completamente dependende dos relacionamentos. Será que é por isso que eu sempre me fecho num mundinho só meu que pouquissimas pessoas tem acesso? Nossa, se as pessoas conhecessem todas as minhas paranóias e complexos elas me colocariam num hospício até a morte e não iriam entender porque eu sempre tenho crises e me estresso tanto com todas as coisas. Acho que eu me preocupo demais. Alguns diriam "Acha? Eu tenho certeza que você se preocupa demais e pensa demais em tudo! Relaxa, Lary. Deixa rolar". Mas eu nunca consigo deixar rolar. Pelo menos não dentro de mim. Com relação a tudo. Eu odeio não saber das coisas, não ter segurança e sempre achar que tudo vai dar errado. Porque tudo sempre deu errado mesmo. E se sempre deu errado, porque agora haveria de mudar? Minha vida não é cinema, nunca vai ser. Parece mais uma novela mexicana. Daquelas completamente loucas, sabe?
Sei lá. To cansada de tudo mudar completamente a cada dia que passa. To cansada da minha inconstancia. Nunca pensei que eu fosse dizer isso, mas a monotonia viria a calhar bem agora.
Enfim. Belo bem pelo mal, o jeito é aguentar. E esperar (outra coisa que odeio fazer com todas as minhas forças: esperar! Aonde já se viu gente hiperativa comsguir esperar por alguma coisa? :/) e reduzir o passo pra tentar viver na mesma velocidade que a vida acontece. Que tédio!
=/
Todo e qualquer tipo de relacionamento é muito complicado. Seja de amizade, de relações familiares ou do que quer que seja. Todos eles são complicados.
Você cria expectativas, espera coisas das pessoas e acaba sempre se decepcionando. E você decepciona os outros também. E você nunca sabe o que se passa na cabeça das outras pessoas e, por mais que morra de vontade de descobrir, nunca vai ter coragem de chegar e perguntar. E se você tem intimidade o suficiente pra perguntar o que se passa na cabeça das outras pessoas então acaba que você já sabe naturalmente e não precisa mais perguntar.
Aí você não sabe o que se passa com as outras pessoas, e você fica se questionando e pensando e refletindo e passando por uma angustia e uma ansiedade que no final das contas você vai acabar descobrindo que todos esses sentimentos e pensamentos eram em vão, que não era nada demais. Isso acontece pelo menos com as pessoas que pensam demais com relação a tudo, como eu. Sabe aquela coisa de tentar abranger o máximo de possibilidades possíveis para os possíveis desenvolvimentos das histórias? Faço isso o tempo todo. Com tudo na minha vida.
Que droga! Tudo gira em torno de relacionamentos. Sem as outras pessoas a gente acabaria enlouquecendo. Não teria com quem conversar, não teria alguem pra te criar (se já é dificil ter alguem pra te ciar com os relacionamentos, imagina só sem eles.), não teria tanta vida pra se viver. Que droga! Agora me vejo completamente dependende dos relacionamentos. Será que é por isso que eu sempre me fecho num mundinho só meu que pouquissimas pessoas tem acesso? Nossa, se as pessoas conhecessem todas as minhas paranóias e complexos elas me colocariam num hospício até a morte e não iriam entender porque eu sempre tenho crises e me estresso tanto com todas as coisas. Acho que eu me preocupo demais. Alguns diriam "Acha? Eu tenho certeza que você se preocupa demais e pensa demais em tudo! Relaxa, Lary. Deixa rolar". Mas eu nunca consigo deixar rolar. Pelo menos não dentro de mim. Com relação a tudo. Eu odeio não saber das coisas, não ter segurança e sempre achar que tudo vai dar errado. Porque tudo sempre deu errado mesmo. E se sempre deu errado, porque agora haveria de mudar? Minha vida não é cinema, nunca vai ser. Parece mais uma novela mexicana. Daquelas completamente loucas, sabe?
Sei lá. To cansada de tudo mudar completamente a cada dia que passa. To cansada da minha inconstancia. Nunca pensei que eu fosse dizer isso, mas a monotonia viria a calhar bem agora.
Enfim. Belo bem pelo mal, o jeito é aguentar. E esperar (outra coisa que odeio fazer com todas as minhas forças: esperar! Aonde já se viu gente hiperativa comsguir esperar por alguma coisa? :/) e reduzir o passo pra tentar viver na mesma velocidade que a vida acontece. Que tédio!
=/
domingo, 22 de novembro de 2009
Revolta - Park Shopping
Que boicote coisa nenhuma! Passei lá na frente hoje de metrô (eu acho que nem se escreve assim, mas a idéia de escrever do jeito que a gente fala algumas palavras me sooa melhor. :] ) e tava cheia de carro que não cabia mais! Esse povo não só fala fala e não faz nada mesmo.
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